Morreu o Comandante Jorge Briceño “Mono Jojoy”

23.Sep.10 :: Batalla de ideas

À espera de umha confirmaçom oficial por parte das FARC-EP, o Estado terrorista colombiano informou da morte de um dos mais importantes dirigentes da insurgência comunista colombiana. Estados Unidos confirmou a notícia.

O Estado terrorista colombiano tivo que empregar trinta avions de combate, um número similar de helicópteros e 400 soldados de elite para aniquilar Jorge Briceño e dúzias de camaradas.

O presidente narco-terrorista Juan Manuel Santos e a cúpula militar está eufórica. Mas, novamente, tal como aconteceu com o assassinato de Raúl Reyes e Iván Rios, e a posterior morte de Manuel Marulanda, este trágico sucesso nom evitará o desenvolvimento da Revoluçom Colombiana.

As dúzias de baixas infringidas nas últimas semanas pola Guerrilha às forças militares da oligarquia, o incremento das luitas populares no campo e nas cidades, constatam que após mais de dez anos do início do Plano Colômbia, e da intervençom militar directa dos Estados Unidos, a insurgência nom só nom foi derrotada, como continua a ser umha poderosa organizaçom político-militar, um vigoroso partido comunista em armas com amplo apoio popular, presente na prática totalidade do País.

Há uns dias, as FARC emitírom um comunicado ofertando novamente umha negociaçom política para solventar o conflito mais antigo da América Latina. A resposta do imperialismo e dos lacaios que ocupam o palácio de Nariño é a guerra aberta para se poderar do conjunto da Colômbia e entregá-la às multinacionais ianques e europeias.

Hoje, 23 de Setembro, a Colômbia está de luto. Mas sabemos que com lágrimas e lamentos nom se contribui para honrar a perda do Mono Jojoy, porque, tal como nos ensinou o Che, numha Revoluçom, se é verdadeira, ou se triunfa ou se morre.

A Galiza rebelde e combativa, tal como os povos do mundo que luitamos contra o capitalismo e o imperialismo, sabemos que a melhor homenagem que se pode fazer a esta combatente comunista e bolivariano é alçar ao vento as bandeiras da liberdade, justiça social e independência nacional.

O Comité Central de Primeira Linha transmite as condolências da esquerda revolucionária galega por esta perda.

A Galiza rebelde e combativa envia um cálido saúdo comunista, internacionalista e solidário ao Secretariado das FARC-EP, à totalidade dos combatentes, ao Partido Comunista Clandestino de Colômbia, ao Movimento Bolivariano pola Nova Colômbia, ao conjunto do povo em armas, ao movimento popular, aos familiares e amizades.

Comité Central de Primeira Linha
Galiza, 23 de Setembro de 2010